AGRESSIVO OU CONSERVADOR?

O mês de Novembro marca a vida de todos os angolanos em particular, com a celebração do dia da Independência, a Liberdade. Este tema, e as decisões de como levar a luta adiante com que se depararam as diferentes correntes de lutadores pela liberdade (do inglês freedom fighters) ao longo do tempo, foram e são motivo de acesos debates até hoje. Enquanto algumas correntes defendiam a desobediência pacífica ou resistência não violenta (ao estilo de Ghandi) outras optaram ou, foram forçadas a optar pela luta armada.

Observando o tema com a lupa daquele que é o nosso core – O Planeamento Estratégico – traçamos o paralelismo entre as escolhas dos lutadores pela liberdade e as decisões estratégicas que as instituições são forçadas a tomar diariamente, e mais ainda agora, neste contexto incerto e conturbado. 

Falamos em edições passadas sobre algumas destas decisões, opções a seguir ou evitar. Recordamos a opção de enfrentar directamente os seus concorrentes “Marketing de Guerrilha; da necessidade de ponderar para além do óbvio e permitir a fluidez de novas ideias, novos mecanismos e novos processos “O Estratega Preguiçoso e “Gestão Disruptiva, sobre a necessidade de prestar atenção e se adaptar as oportunidades que surgem das mais diferentes e invulgares situações.

Tal como os lutadores da liberdade que enveredaram pela luta armada, os gestores podem neste período conturbado, decidir pela tomada de estratégias mais agressivas como o investimento na expansão, fusão, aquisição de concorrentes, ou diversificação do negócio (mercado, sector, de produto etc.) enquanto outros gestores, os mais conservadores enveredariam por estratégias mais viradas para a retenção de clientes ou a conservação da quota de mercado.

Não havendo uma única solução que sirva para todas as realidades, caberá a si enquanto gestor (e a nós, caso solicite a nossa ajuda) gizar e implementar a melhor estratégia para a sua organização. 

Mas quer decida por uma estratégia agressiva (Malcom X) ou moderada (Ghandi), deverá ter sempre em consideração as especificidades da organização, do sector e claro os objectivos realistas que pretende alcançar.

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